quarta-feira, 27 de maio de 2009

comportamento


O avesso do avesso, pois é quem diria que os mocinhos virariam bandidos. Sim, porque à algum tempo era caracterizado um homem entre outras, pela sua atitude de fumar. Esses que eram os homens e mulheres reluzentes. Uma face transformada e convincente de branda euforia, segurança e prazer.
Agora pensemos por favor, como ficavam os outros? Não ficavam não apareciam no meio da multidão, são os nossos nerds, que estão mais para "Clarks" com sua super força e saúde. Enquanto os
fumantes em necotina estão hoje mais para a criptonita.
Para pior, a condição de um cidadão que por circunstâncias de nascer em um contexto de má informação de sua época, negligenciados pelo governo, hoje os menos passam por um déficit em relação a seu dinheiro. Peraí, percebo então que pessoas nascidas nessa época de inserção de cigarros industrializados e bombardeados pela propaganda, estão sendo lesadas duas vezes?
Não gosto de impunidade tão pouco de políticos. De maneira nenhuma gostaria de ver um querido começar a fumar, todos sabem os males desse infiel escudeiro. Mas crítico o caminho que a inteligência política encontrou para lidar com a contabilidade do país. Sem dó e nem piedade me parece uma limpeza de seres humanos, quem parar de fumar parabéns agradeça aos céus é uma vitória, mas quem necessita de cuidados especiais, não poderá pagar um médico porque estará gastando ainda com o vício do cigarro. Esses políticos avessos e charmosos... tão vaidosos.

Bom dia!

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