
27 Congresso Internacional de Odontologia do estado de São Paulo.
"Eu e a Déia ficamos não só com os dentes brancos, mas ficamos lá com brilhinho nos olhos"
Bruno Galiasso atualmente interpreta o personagem Tarsso em caminho das índias, novela de Glória Peres exibida na rede Globo no horário nobre. Sua atuação está demostrando e com evidente esforço em cada cena a questão da esquizofrenia.
Um ator além de lindo e com seu belo par de olhos azuis, Bruno Galiasso convence o melhores críticos com seu trabalho.
A lacuna do real entre o imaginário.
"Eu e a Déia ficamos não só com os dentes brancos, mas ficamos lá com brilhinho nos olhos"
Bruno Galiasso atualmente interpreta o personagem Tarsso em caminho das índias, novela de Glória Peres exibida na rede Globo no horário nobre. Sua atuação está demostrando e com evidente esforço em cada cena a questão da esquizofrenia.
Um ator além de lindo e com seu belo par de olhos azuis, Bruno Galiasso convence o melhores críticos com seu trabalho.
A lacuna do real entre o imaginário.
Quantas vezes esse carro passa por aqui, e seu vidro filmado me deixa mais ansioso e perturbado em saber o que se passa dentro desse monte de lata. Dessa maneira e com um caráter de bem, esquizofrênico a beira de um brilhante descobrimento do fenômeno da natureza, Memo descobriu algo interessante para ele e passou a se dedicar, assim todo dia estava ele a beira mar, ansioso , atencioso, com seus bolinhos de chuva no saquinho de supermercado, para a fome não o pegar de surpresa. Sua cuidadora e quase mãe, dona Lúcia que preparava suas coisas, como que prepara o lanche de uma criança. Memo era diferente mas sensível ao ponto de compreender o mundo com olhos de uma águia.< br/>
Amy saia daí, disse sua mãe nervosa e transferindo seu mal estar a o primeiro que visse. Amy é uma garota feia, não tem amigos e se acha infeliz em tudo que faz. Sua falta, o dedão do pé esquerdo, por coincidência ou não, é o dedo do lado onde está o coração.
Foi para mais um dia de sua vida de calçadas desafiantes, a final carregar seu mundo e ao mesmo tempo não se ajudar na sua deficiência é complicado. Ela precisava de muletas para compensar sua falta de equilíbrio tudo era adaptado para ela viver no seu mundo ausente de riscos e emoções.Certo dia aconteceu um evento na cidade, carros com luzes e anúncios passavam à convidar os cidadãos e sua família não trégua, levou-a para festejar, brincar e dançar. Tudo aconteceu, ela realmente o fez e como um perfume antigo que recolhido à tempos exalou pelos ares do ambiente, onde estava encostada. Encosta como uma planta, seu dedão decepado na infância por um vidro pesado comprometia sua capacidade de dançar. Então que dia feliz, percebeu um homem de seus trinta e cinco anos e por reflexo do novo sentimento arriscou a questiona-lo. O brincou, Beijou, o amou.
Juntos sempre, ela sem seu dedo do pé se equilibravam, apenas uma vida social de fantasias ele a proporcionava. A ele Amy injetava confiança, uma fonte inesgotável de palestras educativas e construtivas.
O sexo apaixonado de corpos se encaixavam como nos do Sobota, educativos e traçados.Amy voltava do trabalho preocupada com o horário e pressão que lhe era cabível porque precisava de seu apoio, perde-lo seria andar novamente com uma muleta.
Sem perceber o ponto de ônibus, quase atropelou um pedestre, com sua “mania de madre Tereza de Calcutá” não deixou de descer e ver o ocorrido.Perguntou o homem: porque a senhorita parou, estou bem. Amy nervosa não sabia dizer nada naquele momento, então perguntou: qual seu nome senhor? Minha cuidadora me chama de Memo, mas meu nome é Menciel. Muito prazer, o meu nome é Amy. Eu sei - disse ele - todos os dias a senhorita passa com seu carro todo preto e você esconde sua beleza porque não consegue vê-la. Um dia andando pela cidade vi o seu carro e fiquei aguardando a senhorita e a via sempre olhando para baixo preocupada com o seu dedão do pé. Isso a explora e toma muito o tempo da felicidade.Amy assustada com o comportamento do homem, foi embora.
Chegando na sua casa percebeu que o estranho falou o que ninguém havia percebido, que seu problema não era seu dedão decepado mas a própria dificuldade quem ela mesma criava na arte de viver. E nas semanas seguintes, Amy observou a maioria dos pontos de ônibus, na tamanha esperança de encontrar tal sensibilidade. Renata Mozart
Amy saia daí, disse sua mãe nervosa e transferindo seu mal estar a o primeiro que visse. Amy é uma garota feia, não tem amigos e se acha infeliz em tudo que faz. Sua falta, o dedão do pé esquerdo, por coincidência ou não, é o dedo do lado onde está o coração.
Foi para mais um dia de sua vida de calçadas desafiantes, a final carregar seu mundo e ao mesmo tempo não se ajudar na sua deficiência é complicado. Ela precisava de muletas para compensar sua falta de equilíbrio tudo era adaptado para ela viver no seu mundo ausente de riscos e emoções.Certo dia aconteceu um evento na cidade, carros com luzes e anúncios passavam à convidar os cidadãos e sua família não trégua, levou-a para festejar, brincar e dançar. Tudo aconteceu, ela realmente o fez e como um perfume antigo que recolhido à tempos exalou pelos ares do ambiente, onde estava encostada. Encosta como uma planta, seu dedão decepado na infância por um vidro pesado comprometia sua capacidade de dançar. Então que dia feliz, percebeu um homem de seus trinta e cinco anos e por reflexo do novo sentimento arriscou a questiona-lo. O brincou, Beijou, o amou.
Juntos sempre, ela sem seu dedo do pé se equilibravam, apenas uma vida social de fantasias ele a proporcionava. A ele Amy injetava confiança, uma fonte inesgotável de palestras educativas e construtivas.
O sexo apaixonado de corpos se encaixavam como nos do Sobota, educativos e traçados.Amy voltava do trabalho preocupada com o horário e pressão que lhe era cabível porque precisava de seu apoio, perde-lo seria andar novamente com uma muleta.
Sem perceber o ponto de ônibus, quase atropelou um pedestre, com sua “mania de madre Tereza de Calcutá” não deixou de descer e ver o ocorrido.Perguntou o homem: porque a senhorita parou, estou bem. Amy nervosa não sabia dizer nada naquele momento, então perguntou: qual seu nome senhor? Minha cuidadora me chama de Memo, mas meu nome é Menciel. Muito prazer, o meu nome é Amy. Eu sei - disse ele - todos os dias a senhorita passa com seu carro todo preto e você esconde sua beleza porque não consegue vê-la. Um dia andando pela cidade vi o seu carro e fiquei aguardando a senhorita e a via sempre olhando para baixo preocupada com o seu dedão do pé. Isso a explora e toma muito o tempo da felicidade.Amy assustada com o comportamento do homem, foi embora.
Chegando na sua casa percebeu que o estranho falou o que ninguém havia percebido, que seu problema não era seu dedão decepado mas a própria dificuldade quem ela mesma criava na arte de viver. E nas semanas seguintes, Amy observou a maioria dos pontos de ônibus, na tamanha esperança de encontrar tal sensibilidade. Renata Mozart
Texto dedicado a amiga Sofia
Bom dia!
Bom dia!
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